terça-feira, 21 de setembro de 2010
Se eu fosse Deus
eu mudaria o pensamento
de várias pessoas
que não acreditam em mim .
Eliminaria a fome, a pobreza.
Colocaria nos corações
o amor, a paz e a gratidão.
O auxílio ao próximo,
o desejo de ajudar, contribuir e dividir,
seria a maior prioridade .
Eu mudaria a atitude dos jovens,
Sem drogas e sem marginalidade.
Acabaria com a corrupção
pois precisamos de um mundo melhor.
Sentimentos ao Menor Abandonado
por ver esse governo gastando dinheiro público, em coisas supérfulas...
Por pensar que as pessoas ainda deixam isso acontecer...
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Poesia: Lua Adversa
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Fonte: http://www.pensador.info/lua_adversa_cecilia_meireles/
Nossa Opinião: Decidimos escolher esse poema porque nos identificamos muito com o mesmo, do fato de ela ter varias fazes, como, ..."andar escondida, e de vir para a rua"..., e isso está muito presente na vida de nós adolescentes, alguns dias acordamos com vontade de beijar todo mundo, e outros com vontade de quebrar tudo e todos !
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Poesia: O amor
E assustador para os medrosos.
Avassalador para os apaixonados.
Mas, os vencedors no amor são os fortes.
Os que sabem o que querem
e querem oque têm.
Sonhar um sonho a dois,
e nunca desistir da busca de ser feliz,
é para poucos ! "
Fonte:Pensador.info
Descrição do Blog
BIOGRAFIA DE CECÍLIA MEIRELLES
Órfã de pai e de mãe, Cecília foi criada por sua avó portuguesa , D. Jacinta Garcia Benevides. Aos nove anos, ela começou a escrever poesia. Frequentou a Escola Normal no Rio de Janeiro, entre os anos de 1913 e 1916. Como professora, estudou línguas, literatura, música, folclore e teoria educacional.
Em 1919, aos dezoito anos de idade, Cecília Meireles publicou seu primeiro livro de poesias, Espectro, um conjunto de sonetos simbolistas. Embora vivesse sob a influência do Modernismo, apresentava ainda, em sua obra, heranças do Simbolismo e técnicas do Classicismo, Gongorismo, Romantisto, Parnacianismo, Realismo e Surrealismo, razão pela qual a sua poesia é considerada atemporal.
No ano de 1922, ela se casou com o artista plástico português Fernando Correia Dias, com quem teve três filhas. Seu marido, que sofria de depressão aguda, suicidou-se em 1935. Voltou a se casar, no ano de 1940, quando se uniu ao professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo, falecido em 1972.
Teve ainda importante atuação como jornalista, com publicações diárias sobre problemas na educação, área à qual se manteve ligada, tendo fundado, em 1934, a primeira biblioteca infantil do Brasil. Observa-se ainda seu amplo reconhecimento na poesia infantil com textos como Leilão de Jardim, O Cavalinho Branco, Colar de Carolina, O mosquito escreve, Sonhos da menina, O menino azul e A pombinha da mata, entre outros. Com eles traz para a poesia infantil a musicalidade característica de sua poesia, explorando versos regulares, a combinação de diferentes metros, o verso livre, a aliteração, a assonância e a rima. Os poemas infantis não ficam restritos à leitura infantil, permitindo diferentes níveis de leitura.
Em 1923, publicou Nunca Mais… e Poema dos Poemas, e, em 1925, Baladas Para El-Rei. Após longo período, em 1939, publicou Viagem , livro com o qual ganhou o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.
Nos Açores, de onde eram oriundos os seus pais, o nome de Cecília Meireles foi dado à escola básica da freguesia de Fajã de Cima, concelho de Ponta Delgada.
Fonte:Wikipedia






